segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Saudade

Cansado de estar só, com um nó no peito,
Levando a vida, sempre a esmorecer,
A sós com ela, para nunca esquecer,
Esta saudade sentida, sem proveito.
*
Oh! se este nevoeiro se acalmasse,
E o sol, com o seu calor voltasse,
E se embrulhasse, no meu viver,
Eu da saudade, conseguia esquecer.
*
Clarear as estradas da minha vida,
A lua, com a sua luminosidade,
Viveria junto com a saudade,
E não mais, seria assim tão sentida. 
*
Cristina Maria Ivens






1 comentário:

Eduardo Samuel Ferreira disse...

Muitos irão se confortar com essa poesia, tenho certeza.