terça-feira, 4 de outubro de 2016

Um Passarinho

Naquela manhã,
Das poucas vezes que saí,
Encontrava-me só, em campos abertos.
Estava exausta!
Era quase meio dia,
E naquela solidão,
Faltou-me a alegria.
A paisagem era linda,
E pairava ali,
Um silêncio profundo,
Como se só
existisse,
Eu no mundo.
De repente o silêncio foi quebrado,
Pela melodia de um passarinho,
Que a exibia,
No alto de um raminho;
Confesso que devia, 
Ouvi-lo até ao fim,
Porque aquela melodia,
Era dedicada para mim.

Cristina Ivens Duarte-3-10-2016




1 comentário:

Fmaria Mesquita disse...

E porque amo a antureza, amo todo o bom gosto que a descreve e aprecio todo aquele que escreve e se indentifica com ela. Gostei! Abraço!